Drogarias apostam no e-commerce

| 04/08/2010 - 15:18 PM | Comentários (0)

As projeções de crescimento das redes do setor farmacêutico têm-se confirmado no número de lojas e no desenvolvimento de novos modelos de negócios em comércio eletrônico (e-commerce) para aumentar não só receita, mas participação de mercado. Assim, seguem os passos da maior do ramo, fruto da compra da Drogão pela Drogaria São Paulo. Nessa corrida, a rede Drogal dá andamento a seu plano de expansão e inaugura agora sua 18ª loja na cidade de Piracicaba, totalizando 59 unidades no Estado de São Paulo. A Ultrafarma, rede popular que mudou o cenário do setor com a comercialização de medicamentos genéricos a preços competitivos, com quatro lojas físicas na capital paulista, lança novo modelo de negócio que soma estrutura física com vendas pela internet, marcando sua entrada no interior do Estado de São Paulo.

Com a abertura da primeira unidade piloto, em Aparecida do Norte, em meados de setembro deste ano, a Ultrafarma pretende aumentar em 30% sua receita só de comércio eletrônico, que atualmente é de 35% da receita bruta total da rede, ficando atrás somente das vendas por telefone, com 42% da receita bruta total. Para isso, a rede investiu 2% da receita bruta de seu e-commerce na reformulação do site utilizado no novo modelo de negócios. Até o final de 2011, a rede pretende crescer 300% com este novo formato na abertura de mais duas unidades na região sudeste e uma no nordeste, em Pernambuco, provavelmente na capital, Recife.

No sudeste, ganha participação com uma unidade em Minas Gerais, com previsão de inauguração em Belo Horizonte, seguida da abertura do novo modelo também na capital do Rio de Janeiro. “Num médio prazo, a rede já estará com pelo menos uma unidade em cada estado”, garante Edilaine Godoi, diretora de e-commerce da Ultrafarma.

Itens

Com mais de 16 mil itens, a Ultrafarma irá oferecer em seu novo modelo a entrega destes medicamentos em 48 horas, por qualquer unidade de Correios no País. Segundo Edilaine, a estratégia é manter os preços mais baixos do mercado, com a redução do custo operacional, de pessoal e logístico, já que neste modelo a empresa não trabalha com estoque físico. “Os descontos chegam a 95% para a maioria dos produtos, vendidos tanto em lojas físicas como pela internet: no mercado, este é o nosso diferencial”, afirma Edilaine. Levantamento da Nielsen indica que os canais de varejo farmacêutico (farmácias e drogarias) e cosméticos (perfumarias) somam 72.386 lojas e possuem 15,7% do mercado.

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Categoria: Lançamentos, Notícias

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