5 boas práticas para a trégua do conflito entre TI e Negócio

Outro dia presenciei um bate-papo entre um líder da área de negócio e outro de TI. No centro da discussão, enquanto o primeiro reclamava das informações que não chegavam às suas mãos em um tempo adequado para otimização dos resultados da empresa, o segundo justificava o atraso do envio de dados com base no excesso de trabalho do departamento, afinal, cada vez mais impera nas companhias a famosa regra do fazer mais com menos gente.

Fiquei observando e pensando em como é injusta essa relação entre TI e negócio. De um lado, está o negócio, que necessita e faz uso de ferramentas e sistemas cada vez mais evoluídos em controles e gestão de indicadores. Do outro lado está a TI, que é responsável por manter funcionando e suportar todos esses sistemas para atender as diversas áreas dentro de uma empresa. A parte mais interessante disso tudo é que, justamente a TI, que é responsável por garantir a entrega de todas essas informações, vive um cenário de “escuridão”, ou seja, provê diversos sistemas para tomada de decisão, mas não possui muita coisa para ajudar a si mesma.

Se colocarmos na mesma balança, veremos que, enquanto a área de negócio possui sistemas de gestão, relatórios de vários tipos e ferramentas de business intelligence para apoiar na tomada de decisão, a TI, que é responsável por manter tudo isso funcionando, ainda trabalha no escuro. Fazendo uso de ferramentas e sistemas que disponibilizam informações de baixa qualidade, sem grande valor para apoiar na tomada de decisão. São ferramentas de inventário, sistemas de controle de chamados entre outras.

Historicamente, a TI vem apoiando o negócio a se estruturar e evoluir, mas chegou o momento de começar a olhar para dentro de casa e buscar um parceiro que possa fazer pela TI, o que a TI faz pelo negócio. Somente assim, munidos de informações, é que os gestores poderão apoiar cada vez mais o negócio, sem perder de vista o que é importante para manter a TI saudável e apta para acompanhar o crescimento da empresa.

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É importante ter um parceiro capaz de realizar um monitoramento inteligente do que existe na TI e, se possível, das tecnologias que são contratadas diretamente pelo negócio (acredite! isso existe). Afinal, com quadros de colaboradores cada vez menor, é fundamental que a equipe interna tenha mais tempo e tranquilidade para focar em ações puramente estratégicas.

Com os sinais de reaquecimento do mercado, as corporações estão sedentas por garantir vantagem diante da concorrência. Essa realidade explica o desejo dos profissionais de negócio por poder trabalhar com mais autonomia e rapidez. Mas, muitas vezes, eles esbarram nos processos morosos de TI, que atrasam a entrega de relatórios ou do diagnóstico de problemas dos sistemas.

Para ajudar os profissionais de TI a fazerem as pazes com a equipe de negócios, sugiro cinco boas práticas na escolha por um parceiro especialista em monitoramento, não só dos recursos de TI, como também dos itens que são importantes para o negócio. Que cuide também da continuidade do negócio, sem deixar para trás o tão famoso e temível backup:

  1. Atendimento completo – É fundamental que o parceiro seja capaz de entender quais dores do negócio passam por TI e quais são os processos mais adequados para otimizar essa relação – considerando compliance, segurança da informação e governança -, além de pensar em uma solução, desenvolvê-la e entender as informações e os indicadores que fazem sentido para serem entregues.
  1. Busque por flexibilização – Cada negócio, segmento e empresa têm necessidades particulares, então, verifique a capacidade do parceiro para te entregar um serviço flexível, rápido e ajustável, de acordo com o seu perfil.
  1. Peça um monitoramento inteligente – É preciso que o gerenciamento seja tão eficiente ao ponto de fornecer informações em tempo real, permitir a antecipação de problemas e evitar prejuízos aos dados. Ter informações para apoiar na tomada de decisão vai colocar o gestor de TI no mesmo patamar dos outros gestores da empresa.
  1. Opte pelo monitoramento contínuo – Faz mais sentido quando o parceiro oferece monitoramento contínuo dos indicadores, mapeando a localização e o impacto de cada um dos itens monitorados para que os gestores contem com uma visão completa do negócio, o conhecido 24X7.
  1. Valorize a Imparcialidade – Para surtir o efeito esperado, o monitoramento deve ser imparcial. As falhas devem apontar para os responsáveis, independente de quem seja. Somente com um fluxo de comunicação transparente é que as ações podem ser tomadas com maior assertividade.

A união das equipes de TI e negócios por meio de um serviço de gestão de backup e monitoramento de infraestrutura tende a diminuir a dor de cabeça dos profissionais das duas áreas, enquanto aumenta a rentabilidade da companhia. Não dizem que a união faz a força? Por que isso seria diferente com vocês?

Alexandre Paoleschi
Alexandre Paoleschi é CEO da Konics IT.
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