Entenda como os indicadores e a tecnologia podem alavancar a área de compras

Em uma época de instabilidade econômica, qualquer centavo economizado pode representar uma oportunidade de crescimento no futuro – afinal, mais do que cortar gastos, é preciso readequar investimentos para não comprometer a operação. Essa lógica está presente na maioria das organizações e afeta diretamente a gestão da cadeia de suprimentos. A área, também conhecida como supply chain, é responsável pela compra e pesquisa de todos os fornecedores de uma empresa, contribuindo para a saúde financeira.

Por meio de plataformas tecnológicas, o departamento de compras ganha mais eficiência, economia de tempo e redução de custos. A tecnologia automatiza alguns processos, oferece opções de fornecedores com preços competitivos e coloca os profissionais em posições estratégicas para a tomada de decisões. O mercado já fornece soluções que além de trazer eficiência ao fluxo, possibilitam um melhor controle e visibilidade dos processos, promovendo a transparência e facilitando auditorias, o que diminui os riscos de fraudes.

Além da tecnologia especializada para o setor, existem três indicadores que auxiliam os gestores de compra a maximizarem seu desempenho: Saving, Custos operacionais da área e Lead Time. Veja abaixo:

olist
Smarthint
Performa.AI
Edrone

Saving: é o quanto a área economiza. Nele se mede o ganho, do que foi orçado versus o comprado, mostrando assim a eficácia do setor, em gerar lucros diretos para empresa. Imagine que uma companhia que fatura R$ 100 milhões ao ano, normalmente gaste 50% desses rendimentos para poder oferecer o seu serviço ou produzir seus produtos. O responsável pelo volume de compras de uma empresa, conhecido como spend é a área de compra. Por exemplo, se a área de compras possui R$ 50 milhões de spend e traçou 10% de saving no ano, ela terá que reduzir R$ 5 milhões no período. Buscar novos fornecedores, pesquisar preços no mercado e negociar contratos com o uso de estratégias e ferramentas diferenciadas permitem uma maior economia. Essas ações podem ser facilitadas por operações automatizadas vindas de novas soluções de TI.

Custos operacionais da área: é o quanto a área gasta com a equipe, sistemas e processos não automatizados. Há alguns anos atrás, antes da transformação digital se consolidar no mundo corporativo, os processos eram realizados manualmente, fazendo com que a empresa precisasse de mais colaboradores e tivesse uma produtividade baixa. Já é possível adotar ferramentas que otimizem esse indicador, adiantando o processo de negociação com fornecedores, permitindo que os próprios usuários façam as solicitações, e reduzindo em até 80%  o ciclo de compra.

Lead time: esse indicador mede o intervalo de tempo entre a requisição da compra de materiais, até o atendimento da demanda, e é dessa forma que a eficiência do setor é avaliada. A aprovação das requisições e pedidos, é um dos principais responsáveis por aumentar esse intervalo, e as plataformas automatizadas de supply chain permitem agilizar esse fluxo remotamente, com ferramentas disponíveis via mobile. A redução do lead time afeta diretamente toda a performance da área, uma que vez o processo de compras é medido pelo tempo do ciclo.

Carlos Campos
Carlos Campos é Sócio Diretor da Nimbi, empresa especializada em soluções para a cadeia de suprimentos. A fornecedora de tecnologia para supply chain management no Brasil atualmente conta com 50 clientes, no entanto almeja terminar 2016 com 150 empresas parceiras. Em 2015 a plataforma foi responsável por aproximar mais de 30 mil empresas, controlar 3,5 milhões de cotações e pedidos e transacionar R$ 10,6 bilhões.
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