Marketplaces: o que está bom, o que pode melhorar e como se destacar

Os números do e-commerce nacional não são nada modestos. Conforme projeção da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o segmento deve crescer 12% em 2017, quando comparado com o ano anterior, totalizando R$ 59,9 bilhões de faturamento, além de registrar mais de 200 milhões de pedidos, com um total de 38,5 milhões de compradores únicos.

Com o avanço do setor, a quantia de pequenos negócios em busca de oportunidades torna-se maior. No mesmo sentido, buscando atuar de forma a acelerar os resultados, estão os marketplaces – espaço virtual onde se faz comércio eletrônico de maneira ampla. Neles, os grandes lojistas do mercado abrem suas lojas virtuais para que terceiros comercializem seus produtos.

O que vai bem

Nesse segmento estão envolvidos os maiores players do mercado. O fluxo constante de visitantes é enorme. Ao atuar por meio desses canais, pequenas e médias lojas virtuais possuem alta visibilidade do público, uma vez que seus produtos passam a ser anunciados de maneira mais abrangente.

Performa.AI

Além do volume de visitas, esses estabelecimentos que atuam como marketplaces possuem uma quantia elevada de transações. Ao posicionar um item externo dentro desse espaço, a possibilidade de venda aumenta. Outro ponto positivo são as ações de marketing e re-marketing efetuadas, que abrem oportunidade para os produtos de terceiros.

O que pode melhorar

Por envolver uma disputa acirrada dentro desses espaços, por vezes o item melhor colocado torna-se o que possui menor valor, transformando o negócio em uma corrida por centavos. Buscar maneiras de se sobressair da concorrência, atuar com menor tempo de entrega, frete gratuito e um bom atendimento, de olho nas boas avaliações, são maneiras de sair na frente. Por outro lado, por se tratar de uma plataforma de terceiros, não é possível personalizar os anúncios.

Boas práticas

Além de encontrar maneiras para se diferenciar da concorrência, é essencial entender que a ação nos marketplaces deve funcionar como parte de um planejamento estratégico com objetivos definidos. Para possuir maior potencial, é primordial atuar com um Enterprise Resource Planning (ERP), que por meio de sistema centralizador, gera relatórios com o intuito de estruturar táticas para serem adotadas.

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Bruno Gianelli é sócio-diretor da Betalabs, especialista em sistemas de gestão e plataformas de e-commerce. http://betalabs.com.br/
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