O potencial das startups como gerador de empregos e negócios

O brasileiro sempre teve vocação de saber “se virar”, principalmente diante do aperto econômico. Muitos desses são chamados de empreendedores por necessidade. Iniciam uma atividade de maneira muito informal e, quase sempre, abandonam quando conseguem um emprego de carteira assinada. No entanto, há um movimento que está levando as pessoas a buscar oportunidades de negócios e ainda de maneira formalizada.

Segundo a pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), 52 milhões de brasileiros, aproximadamente, se envolveram em alguma atividade empreendedora no último ano.  Os dados também revelaram uma evolução no comportamento: 61,8% abriram negócio após enxergar uma oportunidade.

Outro detalhe importante foi o crescimento dos jovens como empreendedores, na faixa entre 18 e 24 anos. Boa parte desse público tem se direcionado para o mundo das startups, que são modelos de negócios ágeis e com base tecnológica.

O que mais chama a atenção é o tipo de proposta desse trabalho: buscar soluções de maneira inovadora e resolver problemas de outras empresas, pessoas e sociedade. São fatores que atraem pessoas criativas e que desejam desafios. Outro detalhe chamativo é o ambiente de trabalho, que é informal e agradável. A ideia é fazer com que as pessoas se sintam bem com o que fazem e, assim, produzam mais e melhor.

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Geralmente, as startups têm equipes enxutas. Dados divulgados pela Radiografia do Ecossistema Brasileiro de Startups, em parceria com a Abstartups e Accenture, revelaram que 63% das empresas consultadas possuem de um a cinco membros e somente 27% possuem de 6 a 15.

De maneira isolada, elas podem parecer pequenas ou insignificantes para o país. No entanto, quando enxergamos todo o ecossistema, observamos um grande formigueiro de cabeças pensantes que estão mudando todo o cenário econômico.

Essa mesma pesquisa mostrou que tem muita gente levando isso a sério. Por exemplo, 69% das startups estão formalizadas, 37% estão na fase de operação (quando já estão registradas e podem fazer contratações) e 30% estão na fase de tração (quando o negócio está mais estabelecido, reinveste suas receitas e tem crescimento).

Esse fato mostra não só o potencial que elas têm na economia, mas também como um importante gerador de empregos. Por exemplo, a Associação Brasileira de Startups informou que há cerca de cinco mil vagas abertas em startups em todo o Brasil. No entanto, é preciso ter qualificação para integrar uma equipe, além de entender e aceitar as mudanças provocadas no trabalho pela tecnologia.

Tudo isso revela que as startups já são realidade, apesar dos desafios que enfrentam. O setor tem muito o que crescer, mas já colhe resultados promissores. Que esses empreendedores possam estar motivados para fazer a economia avançar e que entendam o segredo do sucesso: enxergar problemas como oportunidades de negócios.

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Patrícia Medeiros é mentora do WeWorkLabs e CEO da Mineradora de Negócios Miner Business.
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