SEO: o que buscar em uma plataforma de e-commerce?

Ser encontrado entre os primeiros resultados do Google é um dos principais desafios de qualquer negócio. Para isso, é necessário executar um bom trabalho de SEO, o que significa adotar um conjunto de práticas para otimização do site, com o objetivo de melhorar o seu posicionamento nos rankings de busca orgânica.

Para as lojas virtuais o SEO é ainda mais importante, visto que o seu sucesso depende totalmente de sua encontrabilidade online. É claro que existem outras formas de atingir um potencial cliente, mas o Google é sem dúvidas o mais importante canal de aquisição. Afinal, todo mundo utiliza o Google quando está em busca de algum produto, e portanto já acessa o seu site com interesse em comprar.

Antes de tudo, é importante deixar claro que o Google considera incontáveis fatores para ranqueamento, sendo crucial a presença de conteúdo relevante e autêntico. Você já deve ter lido por aí diversas dicas de SEO para sua loja virtual, mas nem tudo é possível de ser feito se não utilizar uma plataforma de e-commerce realmente comprometida com sua indexação orgânica. A seguir, confira o que é necessário buscar em uma plataforma para que seu site seja encontrado nos resultados de busca.

  1. Criação de URLs amigáveis

A URL é um dos principais fatores de ranqueamento utilizado pelo Google, já que ela que é a responsável para indicar ao Google sobre qual assunto a página trata. Muitas plataformas se utilizam de códigos que geram URLs automáticas extensas e sem lógica para o usuário (e nem para o Google). Certifique-se que a solução é capaz de criar URLs simples e compreensíveis, mas que também lhe permite editá-las conforme necessário.

  1. Personalização de heading tags, titles, descriptions

Estes itens são básicos e fundamentais para o trabalho de SEO. A plataforma deve permitir que você personalize os títulos e textos de descrição para todas as páginas de categorias, marcas e produtos. Lembre-se de sempre focar em utilizar as palavras-chaves para criação destes conteúdos.

  1. Arquitetura do site: usabilidade, link building e breadcrumbs

A estrutura do seu site deve ser bem pensada e planejada, utilizando-se de uma arquitetura inteligente das informações e links internos. Seus produtos devem ser vinculados às suas categorias de forma adequada, para que qualquer item seja facilmente encontrado através da navegação pelos menus e filtros. Além de entregar usabilidade para o cliente, isso garantirá que o Google encontre, rastreie e indexe todo o seu conteúdo.

Também é interessante utilizar breadcrumbs, que mostram o caminho percorrido pelo usuário. Essa “trilha” pode aparecer na página do site e também no resultado da busca do Google.  Exemplo:  Smartphones > Motorola > Moto G

  1. Velocidade de carregamento

A velocidade carregamento do site é mais um dos fatores de ranqueamento para o Google que, não casualmente, está diretamente relacionado à experiência do usuário. Há alguns anos atrás, quando utilizávamos internet discada, até tínhamos mais paciência para esperar. Mas hoje se isso acontece, normalmente desistimos de acessar o site em questão. Se isso ocorre em um celular, então, quando ainda estamos sem conexão wi-fi, aí sim que fechamos a janela. Você pode analisar o seu desempenho e verificar sugestões de melhorias através da ferramenta PageSpeed Insights, disponibilizada pelo próprio Google.

  1. Microdatas (Schema)

Ao que se refere a microdatas (Schema), certifique-se se a plataforma adiciona informações importantes em seu HTML, que indica ao Google dados importantes para o ranqueamento do produto,  como disponibilidade de estoque; quantas estrelas, nota ou média o produto possui; quantas e quais imagens são referentes ao produto; se há vídeo na página;  entre outras informações relevantes.

  1. Possibilidade de criação de filtros de busca avançados

A aplicação de filtros de busca avançado faz com que a pesquisa e navegação de seu cliente seja muito mais eficiente e usual. Para o Google,  você também aumenta as chances de que seus produtos sejam encontrados pela pesquisa das palavras que nomeiam os seus filtros. Para ilustrar, imagine que alguém buscou no Google por “whey protein definição muscular chocolate”. Os resultados apresentados serão de sites que utilizam essas palavras-chaves como filtros.

  1. Liberdade para categorização de produtos

As categorias são fundamentais para uma boa navegação dentro de seu site e também contribuem para o SEO. Você pode explorar as páginas das categorias e das marcas que seu site trabalha, desenvolvendo um conteúdo mais elaborado e adicionando os produtos que correspondem à classificação.

  1. Utilização da tag canonical para evitar duplicação de conteúdo
Smarthint
olist

Você já deve ter ouvido o conselho de nunca copiar as descrições de produto do fabricante ou concorrentes (se ainda não, agora já sabe). Isso porque o Google valoriza sempre o conteúdo autêntico, não dando relevância para quem possui conteúdo duplicado.

No entanto, muitos dos produtos vendidos possuem variações, como cor, por exemplo. Nesse caso, para utilizar a mesma descrição para a página correspondente a cada variação, é preciso utilizar a canonical tag, que avisa o Google que se trata de uma página que aproveita o conteúdo de outra, não devendo esta ser indexada.

  1. Versão da loja virtual dedicada ao mobile

Não deve ser novidade para você que o Google prioriza os sites que estão comprometidos com a navegação através dos dispositivos móveis. A maioria das plataformas de e-commerce trabalha com layout responsivo, o que significa em uma simples adaptação do layout do desktop para mobile. É melhor do que nada, claro. Porém, isso significa que a versão não foi realmente pensada para este fim, o que impacta na velocidade de carregamento do site, navegação sem usabilidade para os dedos, entre outros.

Escolha um solução que entregue uma versão exclusiva para o mobile. Afinal, mais do que querer ser encontrado no Google, você quer converter, certo? E cada vez mais as pessoas passarão a acessar seu site através dos smartphones.

  1. Sistema de avaliação de compradores

Verifique se a plataforma de e-commerce possui o recurso para avaliação de compradores, ou se ao menos possui integração com uma ferramenta deste tipo. O Google prioriza as páginas que possuem conteúdo constantemente atualizado. No entanto, ninguém vai ficar alterando a descrição da página de todos os produtos a cada mês, certo? Com a avaliação dos compradores, as páginas de produtos recebem atualizações mais frequentes e com informações úteis para futuros clientes.

  1. Redirecionamento 301

É natural que ao longo do tempo algumas das páginas de seu site deixem de existir, seja por produtos que já não são mais vendidos, mudança de URLs, entre outros motivos. No entanto, se o usuário chegar até seu site através de uma dessas páginas, ele não deve se deparar com uma mensagem de erro. O redirecionamento 301 serve para preservar o valor de SEO da página e direciona o usuário para outra seção do site.

  1. Vinculação de um blog à loja virtual

O blog é uma excelente ferramenta para que você publique conteúdo relevante e frequente. Através dele, sua empresa é capaz de demonstrar ser especialista sobre um determinado assunto, explorar palavras-chaves relevantes para o negócio e divulgar produtos com informações muito mais ricas e úteis para o público.

Pense em que tipo de informação seu potencial cliente busca e crie suas postagens com o objetivo de esclarecer dúvidas, compartilhar dicas, benefícios e comparativos de produtos, entre inúmeras outras possibilidades. Com um blog vinculado ao seu e-commerce, com certeza suas chances de ser encontrado no Google serão maiores.

CONCLUSÃO

Lembre-se que existem inúmeros fatores que o Google leva consideração para ranqueamento. O mais importante, é você compreender que o Google quer sempre entregar ao usuário o melhor resultado para ele. O que significa conteúdo relevante, autêntico e que proporcione ao mesmo tempo uma boa experiência dentro do site.

Tenha esclarecido que nem toda loja virtual que utiliza uma boa plataforma, será encontrada na primeira página do Google. A plataforma logicamente possui responsabilidades como foram aqui apresentadas que não dependem do conhecimento do lojista.  Mas outros recursos só poderão realmente entregar os benefícios, se você aproveitá-los e utilizá-los.

Anderson Herzer é fundador e sócio da Moovin, empresa de tecnologia focada no desenvolvimento de plataforma e-commerce. Profissional especialista em usabilidade, marketing digital e gestão de e-commerce.
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