5 tendências da fraude on-line para 2017

A fraude on-line se mostrou um braço bastante importante do crime cibernético ao longo do ano que passou. Vimos uma série de acontecimentos graves, preocupantes e até mesmo curiosos durante 2016, casos que chamaram a atenção até mesmo de quem é especialista no combate a este tipo de golpe: vazamentos gigantescos de dados pessoais e financeiros, golpes de dimensões continentais, fraudes engenhosas e absurdas, ataques de robôs a dispositivos de internet das coisas…

A lista de acontecimentos que impressionaram nossa equipe de especialistas na Konduto foi enorme. Mas, enquanto olhávamos para trás analisando o que ocorreu, realizamos uma série de exercícios para tentar imaginar o que está por vir em 2017 para o campo da análise de risco e elencamos as 5 principais tendências da temporada. Decidimos, inclusive, compartilhar este resultado com você e com todo o mercado!

Confira:

Não confie em dados cadastrais!

Os dados cadastrais em compras on-line sempre vão bater – especialmente quando se tratar de uma fraude! Esta talvez seja a previsão mais fácil de fazer, principalmente em decorrência dos inúmeros vazamentos de dados pessoais nos últimos anos. Para termos uma ideia, nos últimos dias de 2016, o Yahoo confirmou um vazamento de dados que pode ter exposto 1 bilhão de usuários (ou cerca de 15% da população mundial)!

Diversas informações pessoais nossas circulam abertamente pela internet, e cibercriminosos se aproveitam disso para conseguirem realizar uma compra “perfeita” – cadastralmente falando. Nome, CPF, dados pessoais, número de telefone… muitas destas informações vão bater. Em 2017, definitivamente, quem combate a fraude terá que desconfiar – e muito! – de dados cadastrais.

Atenção à fraude via dispositivos mobile

O mundo fica mais mobile a cada dia, e nossos smartphones já são praticamente um anexo dos nossos corpos. Usamos estes aparelhos para trocar mensagens, tirar (e compartilhar) fotos, ler notícias, jogar joguinhos, conhecer pessoas, checar a previsão do tempo… e, dentre muitas outras coisas, fazer compras. Muitas compras! Em 2016, quase um terço das transações registradas no Brasil partiram de dispositivos mobile.

O mesmo fluxo deve acontecer também no que diz respeito às fraudes. Atualmente, um pouco menos de 20% das tentativas de compras ilegais partem de smartphones ou tablets, mas a expectativa é que este número salte consideravelmente ao longo de 2017. Sinal de alerta para quem vende por apps!

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Criatividade criminal

Fraudadores sempre estão tentando driblar as barreiras de segurança criadas por antifraudes e lojas virtuais, e muitas vezes nos deparamos com tentativas de golpes bastante engenhosos. Só em 2016, por exemplo, vimos casos de lojas criadas com o nome de marcas famosas que não possuíam e-commerces, de criminosos que fizeram compras e enviaram os produtos para as próprias vítimas e até de uma quadrilha que fez compras com cartões quebrados.

A criatividade é uma marca registrada dos fraudadores on-line, e novas artimanhas serão utilizadas por eles. “Ok, e quais artimanhas?”, talvez você esteja se perguntando. Temos algumas (muitas) suspeitas, mas não vamos entregar o ouro… não é mesmo?

Machine learning: a grande arma contra a fraude

Quando fraudadores detectam alguma vulnerabilidade em lojas virtuais, não têm piedade na hora de aplicar golpes. E há ainda um agravante: às vezes, pode levar muito tempo para que um agente humano se dê conta deste ataque criminoso até fazer os ajustes necessários no sistema antifraude.

É aí que entra o machine learning: trata-se da inteligência artificial monitorando os modelos de risco e fazendo ajustes em tempo real, sem a necessidade de uma intervenção humana. Não à toa, diversas empresas hoje em dia investem no uso desta tecnologia para barrar transações fraudulentas – característica esta que faz parte do DNA da Konduto, o primeiro antifraude do mundo a utilizar machine learning para a análise de risco.

Investigações e prisões

A fraude on-line é um crime pouquíssimas vezes levado adiante judicialmente. Entretanto, um movimento muito interessante nos surpreendeu ao longo do último ano: em vários cantos do planeta pipocaram investigações por parte de órgãos bastante relevantes – inclusive no Brasil, com a Polícia Federal deflagrando a Operação Chargeback. A tendência é que isso se estenda para 2017, novos inquéritos sejam abertos e mais quadrilhas especializadas sejam desmanteladas no mundo inteiro.

Talvez o principal foco dessas investigações não seja de fato o estelionato relacionado à compra ilegal com cartões clonados – mas estes crimes devem vir na mesma esteira das descobertas que acabarão sendo feitas. A Europol, principal serviço policial da Europa, chegou a relacionar crimes cibernéticos até mesmo ao terrorismo. A lavagem de dinheiro também deve ser uma importante preocupação dos órgãos federais.

E você, concorda com as nossas previsões? Para você, o que faltou acrescentar? Conte para a gente!

Tom Canabarro
Tom Canabarro é cofundador da Konduto, startup brasileira especializada em análise de fraude e comportamento de compra na internet.
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