Seu negócio está preparado para a transformação digital?

Impulsionados por uma série de novas tecnologias, aplicações e serviços, os processos nos negócios continuam em evolução constante e os especialistas da indústria criaram um termo para descrever esta era: transformação digital.

Essa nova fase engloba o uso de tecnologias que capacitam todos os funcionários – não apenas nas áreas de TI, mas para melhorar o desempenho, a transparência, a eficiência, a velocidade e a agilidade do negócio. Essas ferramentas transformam o ambiente de trabalho, tornando-o altamente colaborativo.

As iniciativas de transformação digital são responsáveis por uma série de benefícios dentro das empresas. Os processos de negócios automatizados, por exemplo, mostram a longo prazo redução dos gastos com a área de TI – uma vez que o custo total de propriedade diminui e os funcionários podem dedicar mais tempo ao trabalho estratégico. Além disso, a análise de dados passa a tornar os dados úteis, o que aumenta a visibilidade nas oportunidades de negócios e maiores lucros para a empresa.

Entretanto, para alcançar tais benefícios, existem desafios que as organizações devem superar, como por exemplo, a dependência de infraestruturas antigas. Já que uma hora ou outra, podem acarretar em investimentos e gastos desnecessários.

Inovação

Chegaremos em um ponto em que a transformação será fundamental para todas as empresas que querem sobreviver. Tal necessidade de investimento em novas tecnologias é reforçada conforme desafios surgem como o aumento no custo de conversão, falta de suporte do time de TI e vendas. As empresas que não conseguirem se adaptar ficarão sem o suporte necessário para as suas grandes aplicações COBOL ou PS / 1, e os custos de atualização que só aumentam a cada dia.

As empresas que querem evitar tais obstáculos, podem reescrever esses processos críticos para o negócio em linguagens 3GL ou 4GL mais atualizadas ou mudar para aplicações de mercado, o que pode tornar complicado, muito caro e esse processo, geralmente, falha. Outra opção mais viável e já disponível é manter a estrutura existente e mudar apenas o que é utilizado ao longo do tempo – de forma que não será necessário se desfazer da infraestrutura legada no caminho da modernização.

Migração por “Lift-and-shift”

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Apesar da funcionalidade, os mainframes e os sistemas legados não permitem expansão, tornando tal processo, muitas vezes limitado e engessado. Em contrapartida, a arquitetura de um sistema aberto oferece flexibilidade, escalabilidade, gerenciamento de carga de trabalho e agilidade – sem precisar abandonar os processos empresariais críticos ou linguagens legadas que ainda têm valor.

É aí que entra o processo de inovação conhecido como “lift-and-shift”. Nele, o remanejamento de mainframe desloca os recursos existentes para a nuvem, rapidamente, com um risco mínimo e economia em custos de contratos, infraestrutura e operação. As empresas têm ainda acesso a novas aplicações que permitem extrair grandes volumes de dados diários de forma mais eficiente, com um menor custo por transação.

Com o modelo de arquitetura aberta, servidores se integram com facilidades às aplicações de um negócio, permitindo que a empresa mantenha todos os seus processos de negócios, sem se sentir limitada na hora de inovar.

Como avaliar se seu negócio está pronto

Uma empresa que procura permitir uma verdadeira transformação digital, deve, antes de qualquer procedimento, se questionar (e avaliar nos processos dos seus negócios) as seguintes perguntas:

  • Como nos adaptaríamos ao sistema de arquitetura aberto?
  • Quanto está sendo investido agora em inovação? É o suficiente?
  • O mainframe que utilizamos nos limita?
  • Nosso fornecedor está ditando nossa estratégia digital por causa de sua política de licenciamento limitante?

Examinar os esforços e os desafios de inovação, o acesso a dados críticos (e seus custos) e o custo total da propriedade legítima ajudarão a orientar uma empresa no caminho da modernização – e isso não implica necessariamente destruição de tudo e começar do zero.

Com a abordagem “lift-and-shift”, as empresas podem dispensar o que não é mais utilizado e manter que é conveniente – garantindo aproveitamento máximo.

Com uma maior redução nos gastos da empresa, os recursos poderão ser investidos em novos aplicativos e serviços que orientam a transformação digital, permitindo que as empresas se concentrem mais em seus diferenciadores em vez de seus processos comerciais padrão ao mesmo tempo em que ganha um ambiente mais flexível e transparente, o que dita o sucesso futuro na nova economia digital.

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Franco Rizzo é executivo sênior de marketing de produto da TmaxSoft.
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