Estudo traça panorama do e-commerce nacional no 1º semestre

Se existe um segmento que passou à margem da crise econômica brasileira, esse segmento é o e-commerce. Apesar disso, há sempre que se olhar para os dados do mercado a fim de projetar melhorias e analisar aspectos que merecem atenção.

Com esse objetivo, a pesquisa E-commerce Radar, desenvolvida pela consultoria Atlas, buscou traçar um panorama do comércio eletrônico brasileiro no primeiro semestre de 2017 e fazer projeções para o sucesso do setor.

Os resultados apresentados foram consequência da análise de dados das mais de 700 lojas online conectadas à empresa, dos mais variados portes, em todas as regiões do país. Entre as questões mapeadas, estão: perfil dos consumidores, desempenho de conversão e representação das vendas nos estados e principais cidades do país, navegação em dispositivos móveis e desktops, taxa de abandono de carrinho, indicadores de pedido e ticket médio, origens de tráfego, formas de pagamento e campanhas de frete, entre outros.

A seguir, listamos alguns dos principais dados trazidos pelo estudo:

– Com o aumento da penetração de smartphones, a parcela de compras por dispositivos móveis cresceu de 22% para 31% entre 2016 e o 1º semestre de 2017;

– A participação dos gêneros nas compras online demonstrou maior equilíbrio do que no ano passado, mas a parcela do público feminino continua maior que do masculino, com 50,1%;

– As categorias com predominância feminina são Beleza, Bebês e Crianças, Alimentos e Bebidas, Casa, Cama, Acessórios e Calçados, Brinquedos, Material Escolar, Magazine, Livraria, Floricultura, Farmácia, Moda Íntima, Acessórios e Moda, Materiais Artísticos e Pet Shop. O gênero masculino tem predominância nas categorias Ferramentas, Acessórios Automotivos, Saúde e Bem-Estar, Materiais para Construção, Tabacaria, Games e Eletroeletrônicos.

olist
Edrone
Performa.AI
Smarthint

– O e-commerce brasileiro é muito dependente das buscas do Google para conquistar clientes: 52% das transações acontecem após uma busca no Google;

– A taxa de conversão média do e-commerce brasileiro caiu de 1,6% para 1,3%, impactado pelo aumento dos acessos via dispositivos móveis, que ainda têm menor efetividade em vendas;

– As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro representam, sozinhas, 35,5% das vendas e 27,6% do tráfego;

– Mais de 82% dos carrinhos gerados no e-commerce brasileiro são abandonados, o que destaca grande margem para melhorias;

– 34,5% dos pedidos captados tiveram boleto como forma de pagamento. Dos boletos gerados, 49% foram pagos;

– 34,5% dos pedidos captados no 1º semestre tiveram frete gratuito. A categoria com a maior dependência dessa estratégia foi Eletroeletrônicos, com 56,1%.

A base de dados contempla dados de loja de todos os portes e com a representatividade necessária para garantir alto nível de confianças das informações.

O estudo, na íntegra, com comentários de diversos profissionais do mercado, pode ser acessado pelo link http://hotsite.neoatlas.com.br/ecommerce-radar-geral

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