Marketplaces: ficou mais fácil vender nos grandes shoppings centers digitais

Até que ponto os marketplaces são rentáveis para o lojista?

Vender em marketplaces, espécies de grandes shoppings centers da internet, está ficando mais fácil e lucrativo.  E pequenos empreendedores, que muitas vezes nem possuem lojas virtuais próprias, se aproveitam cada vez mais desse canal. Esse tipo de operação reduz custos de desenvolvimento e de marketing e é possível graças a sistemas cada vez mais potentes e integrados entre si, onde estoque, pedidos, notas, entre outros, transitam entre os meios digitais e físicos com velocidade e precisão.

Na prática, o que ocorre é uma forte simplificação do canal de venda e o encurtamento da distância entre vendedores e compradores.  Segundo Sidney Zynger, diretor de marketing do Bling, ERP na nuvem que se tornou um dos principais do país no segmento de e-commerce, atualmente um lojista pequeno, que só possui loja física, pode anunciar seus produtos em um grande marketplace. Para isso ele pagará apenas a comissão de venda para o site e integrando todas as informações da venda de forma rápida e precisa por meio de um Sistema de Gestão como o próprio Bling.

“A conta é simples. O comerciante vai pagar uma porcentagem de comissão sobre a venda para o marketplace (em média 15%) e mais R$ 50,00 para o ERP tocar a operação e integrar informações. E é só isso. Em contrapartida terá benefícios que são similares aos de quem possui uma loja em um grande shopping center com grande circulação de pessoas, já que os marketplaces possuem enorme tráfego de compradores. Para micro e pequenas empresas isso é incrível”, explica Zynger.

Mais que isso, ainda é possível vender em diversos marketplaces ao mesmo tempo e controlar todo o fluxo em um único painel, do ERP, que integra essas informações e ajuda na gestão, sem gastar com integrações, setups ou custos paralelos. “No Bling, por exemplo, você pode integrar quantas lojas quiser sem pagar a mais por isso. Sem contar na extrema redução no custo de marketing, pois para vender pela internet precisa de bastante dinheiro para impulsionar campanhas de marketing digital, principalmente em setores mais competitivos”, conta o diretor de marketing do Bling.

Integração como arma competitiva

Mas, como pequenos comerciantes podem ganhar competitividade e vender mais sem contar com altos valores para investir em marketing e equipe comercial? A resposta é simples: integrando soluções e apostando nos canais de venda mais relevantes.

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Foi essa a estratégia de Paulo Henrique da Conceição Santos, proprietário do e-commerce de brinquedos Arte Brinca. Para distribuir melhor seus produtos e reduzir investimentos em promoção, ele optou pela criação de um e-commerce e por sua integração com quatro gigantes brasileiros do mercado de marketplaces: Mercado Livre, B2W, CNova e Extra.

Porém, o crescimento nas vendas tornou a operação complexa de ser gerida e aumentou o nível de erros na gestão. “Foi por isso que eu busquei um ERP que se integrasse a todas essas plataformas de forma simples e eficiente. E isso realmente transformou meu negócio positivamente. Eu precisava importar pedidos, gerir estoque, imprimir etiquetas de transporte e tudo era feito manualmente. Quando passei a utilizar o Bling isso tudo se organizou e eu passei a ter muito mais tempo para concentrar esforços na venda e inovação”, explica Santos.

E como o negócio de brinquedos possui alta sazonalidade, o final do ano só engordou mesmo depois da integração entre sistemas. “Você imagina que os últimos meses do ano representam 70% das vendas. Era impossível não perder dinheiro nesse período, pois simplesmente não dava tempo de gerir todos os pedidos a tempo. O Bling ajudou, inclusive, a melhorar a satisfação do cliente, que acaba sendo atendido de forma mais rápida e assertiva”, ressalta o comerciante.

Um ERP e vários e-commerces, sem intermediários

Um diferencial importante para baratear a operação da Arte Brinca foi a integração do ERP diretamente com o marketplace. Ou seja, a empresa não precisou implantar um sistema chamado Hub, que normalmente é necessário para que a operação seja executada. Os hubs são sistemas que cobram percentuais sobre o valor comercializado ao longo do mês, com custos que podem chegar a até 4% do valor bruto de venda.

“É claro que esse valor impactaria bastante na operação, pois nossa margem ficaria reduzida em um mercado com alto grau de competitividade, como é o e-commerce”, comenta Santos. Segundo ele, o motivo custo foi determinante para a escolha do Bling como ERP da empresa, já que o sistema custa pouco mais de R$ 50 mensalmente. “Apenas com esse valor consegui integrar com meus principais canais de venda, usar um excelente sistema de gestão e eliminar o custo de ferramentas que impactariam muito na minha margem e consequentemente no preço final de venda”, finaliza.

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