Girl power no E-commerce

Dados do relatório Webshoppers nº 35, lançado pela Ebit em fevereiro de 2016, apontam para uma mudança surpreendente e reveladora do perfil do consumidor do e-commerce brasileiro. Desde o início da série histórica, em 2001, esta é a primeira vez que as mulheres ultrapassaram os homens e passaram a ser maioria entre os e-consumidores, com 52% em 2016. Para ilustrar o tamanho dessa transformação, elas representavam apenas 40% das compras há 16 anos, ou seja, a diferença que era de 20 pontos percentuais foi totalmente revertida e agora as mulheres já dominam o e-commerce.

Em números recentes, segundo dados do PNAD do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população feminina é maioria no Brasil representado 6,4 milhões de mulheres, ou seja, mais de 3% da população nacional. Outro dado importante: o público feminino representou cerca de 60% dos consumidores que migraram para o comércio eletrônico. A Ebit estima que 5 milhões de pessoas compraram pela primeira vez no e-commerce em 2016, ou seja, 3 milhões são mulheres.

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Os dados do IBGE apontam que as mulheres já são a maioria da população brasileira faz tempo. Mas por que só agora elas avançaram entre os e-consumidores? A expansão do mercado de smartphones e tablets no país e maior utilização desses dispositivos para a realização de compras online de produtos de moda e acessórios, perfumaria e cosméticos, alimentos e bebidas justificam tal movimento. Dados da Ebit apontam que, até o final de 2017, cerca de 1/3 das compras no comércio eletrônico serão realizadas no m-commerce.

Cada vez mais empenhadas em jornadas duplas, as mulheres têm menos tempo para comprar em lojas físicas, e esse fator abre uma série de oportunidades para o e-commerce. Ter conhecimento desses números e do panorama de mercado é fundamental para lojistas virtuais e isso deve ser refletido nas estratégias das empresas, especialmente em um cenário econômico tão desafiador como o que estamos enfrentando. Conhecer o cliente é importante para qualquer empresa, mas trata-se de uma premissa ainda mais básica para o e-commerce, especialmente para as pequenas empresas, as quais muitas vezes não conseguem competir com as “gigantes” em preço e sortimento, então precisam de outros atributos para se diferenciar, fisgar o consumidor e aumentar a taxa de conversão.

Pedro Guasti é CEO da Ebit e presidente do Conselho de E-commerce da Fecomercio SP. Co-fundador da Ebit, em 2000, foi responsável pela estruturação das áreas de Marketing Comportamental, Inteligência de Mercado e Universidade Corporativa do Buscapé Company. Colabora ativamente na divulgação e fortalecimento do e-commerce no Brasil, sendo um dos idealizadores do relatório WebShoppers. Graduado em Tecnologia da Computação pela Universidade Mackzenzie (SP), pós-graduado em Varejo no Provar/FIA e MBA na Universidade de São Paulo (USP) em Conhecimento, Tecnologia e Informação. É membro do grupo de investidores Harvard Business Angels, palestrante e professor de e-commerce em tendências no varejo Omnichannel.

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1 COMENTÁRIO

  1. Olá, tudo bem? Tem um errinho na matéria, acredito que a data correta dessa frase é 2007 e não 2017. Você poderia corrigir? Pois eu quero usar esse artigo como fonte de pesquisa. :)

    “Dados da Ebit apontam que, até o final de 2007, cerca de 1/3 das compras no comércio eletrônico serão realizadas no m-commerce.”

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