Mercado de moda: o e-commerce te chama

| 04/11/2011 - 08:00 AM | Comentários (3)

Você é um empresário de moda e ainda não está no e-commerce? Se você respondeu sim a esta pergunta e ainda não conhece os números deste setor no comércio eletrônico brasileiro, pode estar perdendo uma grande oportunidade de ocupar espaço em um segmento em grande expansão no Brasil.

Em uma pesquisa realizada no início deste ano pelo E-bit, que é referência no fornecimento de informações do comércio eletrônico nacional, foi divulgado o incrível salto, porém não menos esperado, que a categoria de moda e acessórios obteve no ranking brasileiro nos últimos anos. O mercado de moda hoje ocupa o 6º lugar no ranking de produtos que mais se vende no e-commerce brasileiro, quando há quatro anos, esta categoria estava em 26º lugar.

Não há dúvidas que este salto significativo está aí para nos mostrar que não existem mais barreiras no comércio eletrônico quando se pensa em um tipo de produto que em primeira instância, imagina-se que há a necessidade de ser provado pelo consumidor para que haja a decisão de compra. O consumo online não para de evoluir e o brasileiro está cada vez mais se habituando a experiência de compra online.

Considerando o potencial do mercado de moda também para a venda multicanal, é interessante notar que mercados externos, como exemplo o Reino Unido, segue em constante evolução. Em uma pesquisa recente desenvolvida pela GSI Commerce, foi constatado que 45% dos consumidores preferem comprar roupas através da internet, enquanto 64% das pessoas disseram consultar uma loja virtual antes de sair às compras em lojas físicas.

Outro ponto muito interessante levantado na pesquisa foi relacionado ao que os consumidores esperam ver em uma loja virtual do segmento de moda. Os resultados mostraram que 55% dos entrevistados disseram que é importante ter recursos de busca que facilitem filtrar por suas preferências, por exemplo, por tamanho, cor e preço. As estatísticas também reforçaram a importância das imagens de produtos apontando para o zoom das fotos e diversidade de imagens. Os comentários de clientes que compraram também é um dos pontos mais importantes na pesquisa, onde 46% das pessoas responderam que consultam para tomar a decisão.

Se pensarmos sobre o mercado de comércio eletrônico brasileiro, vemos que são constatações de igual importância e contribuem diretamente para aumentar a experiência de compra do consumidor fornecendo ferramentas que agregarão de forma efetiva na sua tomada de decisão.

Para os que ainda não iniciaram no comércio eletrônico, o varejo online demanda muito planejamento e investimento em tecnologia para suportar sua operação, por isso, é extremamente importante definir muito bem sua estratégia para este potencial mercado, considerando o que se deseja ser e onde quer chegar no comércio eletrônico de moda.

Se você já possui uma marca conhecida, aproveite-se deste diferencial como vantagem competitiva, pois seus consumidores já podem estar habituados ao caimento da roupa, tamanho do calçado e estilo do acessórios. Se sua marca ainda não é forte, não poupe esforços e invista em imagem e descrição de seus produtos, utilize vídeos, ofereça um atendimento diferenciado, contrate uma boa plataforma de loja virtual que disponibilize ferramentas ideais ao seu negócio e esteja alinhado com o comportamento do seu consumidor, levando em consideração os canais online e offline.

Gisele Fleming é Consultora de Vendas da VTEX

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Categoria: Cases

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Comentário (3)

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  1. carlos casartelli disse:

    Sem dúvidas o segmento de moda só tende a crescer com o e-commerce. De uma loja física que atende a uma pequena região a uma loja na Web que atende o Brasil todo existe uma grande diferença. Até os pequenos e médios empresários tem chances de disputar com igualdade os gigantes do comércio online.Basta ter planejamento.

  2. Edson Jaccoud disse:

    Se o empresario de moda investisse numa loja virtual 50% do investe numa loja física, teria em pouco tempo um faturamento maior do que várias lojas físicas. É uma conta muito simples, basta ver quanto custa o ponto, (rua ou shopping), instalações, funcionários, condomínio, segurança, verba de marketing, manutenção etc. e quanto custa atingir um mercado de 32 milhões de compradores de um único lugar. Se isso não fosse verdade não haveriam vários exemplos como Amazon.com entre tantos outros.

    Querendo considerar mais a respeito recomendo a matéria no link: http://threesale.com/produtos-servicos/communication-desk/ostore/

  3. Cleber Bauab disse:

    Olá, muito interessante e oportuna essa matéria.
    Gostaria de tirar uma duvida. Uma loja de moda feminina que trabalha com coleção e pouquíssimas unidades de cada tamanho, deve apostar no e-commerce, sem correr o risco de quando o consumidor on-line for efetuar a compra já ter se esgotado a peça daquele tamanho? Seria melhor o e-commerce ou website nesse caso?

    http://www.serdiamante.g3w.com.br

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