Lojista, não confunda análise de risco com análise de crédito

De acordo com um estudo recente feito pelo SPC Brasil e pela Conferência Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), aproximadamente 58 milhões de brasileiros estão negativados. Isso mostra que 39% da população economicamente ativa do País é considerada “má pagadora” e pode enfrentar diversos problemas, sobretudo ao tentar empréstimos bancários e obter um cartão de crédito, por exemplo. Os principais motivos pelos quais o cidadão ficou com o “nome sujo na praça” em 2016 foram a redução do PIB e o desemprego.

Mas será que um consumidor que esteja com o CPF em situação irregular terá mais dificuldade em fazer uma compra on-line? Provavelmente sim. Em muitos casos, e-commerces com medo de sofrer um calote acabam bloqueando um cliente em situação de inadimplência junto às instituições de crédito.

Porém, negar uma venda apenas porque o cliente está negativado pode ser um grave erro por parte do lojista – especialmente levando em consideração que a

olist
Ciclo Agência Digital – Inside
Rakuten EXPO Inside
Smarthint

taxa de tentativas de fraude no e-commerce brasileiro não é de 39%, mas sim de 3,6%. Ou seja, não é porque uma pessoa está negativada que uma compra feita por ela é mais ou menos suspeita de fraude.

Por isso, um bom profissional de e-commerce não pode confundir a análise de risco com a análise de crédito.  Análise de crédito é feita por negócios como bancos ou empresas de telefonia, que precisam saber se um possível cliente pode ser um mau pagador. Já a análise de risco está relacionada à probabilidade de uma compra ter sido feita por um criminoso, utilizando cartões de crédito clonados e documentos de terceiros.

Um estelionatário provavelmente utilizará CPFs em condição regular para a realização de uma compra fraudulenta. Da mesma forma, clientes que estejam negativados podem, sim, fazer uma compra legítima em lojas virtuais ou em aplicativos mobile.

A conferência de CPF é um recurso válido na análise de risco, mas não deve ser a única ou principal tática utilizada por um lojista para barrar pedidos suspeitos no e-commerce. A checagem cadastral possui a sua importância, mas, hoje em dia, há outras tecnologias igualmente ou mais eficiente para a verificação do risco de fraude em uma transação.

Tom Canabarro
Tom Canabarro é cofundador da Konduto, startup brasileira especializada em análise de fraude e comportamento de compra na internet.
  • Todos Fornecedores
  • Armazenamento
  • Consultoria
  • Entrega
  • Marketplace
  • Performance
  • Plataformas
    • Gestão de Anúncios
    • Atendimento ao Cliente
    • E-Mail Marketing
    • Sistema de ERP
    • Pagamento Online
    • Mídias Sociais
    • Plataforma de E-Commerce
    • Precificação Dinâmica
    • Vitrine Personalizada
  • Serviços
    • Escola Especializada
    • Logística
    • Agência Especializada
    • Redirecionamento de Encomendas
  • Soluções
 
Moovin
EZ Commerce
Rakuten
Bling
Accesstage
Mailbiz
LojaMestre
E-Goi
Neoassist
DLojavirtual
Dotstore
Ciashop
Seri.e Design
GhFly
E-Millennium
Bis2Bis
Bluefoot
F1soluções
Xtech Commerce
ComSchool
Brasil na Web
Nação Digital
Trezo
E-Commerce Logística
World Pay
Socialrocket
E-completo
Precode
IHouse Web
Smarthint
JET e-business
Ciclo
 

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.