EMPRESÁRIOS TERCEIRIZAM E-COMMERCE DE OLHO NO CRESCIMENTO DE COMPRAS ON-LINE

Levantamento feito pela e-bit, empresa de referência em dados sobre o mercado de e-commerce, indica que os brasileiros estão tomando gosto pela praticidade de comprar pela Internet. As lojas virtuais tupiniquins faturaram US$ 2,6 bilhões no primeiro semestre de 2007, quase 50% mais que no mesmo período de 2006. O número de consumidores das lojas on-line não pára de aumentar e deve subir para 9,5 milhões ainda este ano.

De acordo com o fundador do iBUSCAS, Eduardo Favaretto, especialista em tecnologia da informação e Internet, quando se trata de novas tecnologias aplicadas nas estratégias de negócios, a terceirização do e-commerce transforma-se numa ferramenta imprescindível para aumentar os resultados comerciais das PMEs e proporcionar maior vantagem competitiva no segmento de mercado que elas atuam.

Segundo Favaretto, as vantagens da terceirização dos negócios on-line são muitas para quem já está estabelecido no mercado tradicional há pelo menos dois anos. No entanto, o empresário adverte que é preciso conhecer quais são as melhores práticas e as maneiras de aderir à terceirização, como escolher os parceiros adequados e a forma de medir os novos resultados.

“O empresário que contrata uma solução de e-commerce terceirizada deve preocupar-se apenas com o foco principal de seu próprio negócio (core-business), deixando a administração de seu ambiente on-line sob responsabilidade do prestador de serviço especializado, que assumirá o dia-a-dia da gestão do negócio virtual, novos investimentos no site, servidor de Internet, contratação de meios de pagamento e mão-de-obra adicional, seja técnica ou administrativa”, recomenda Favaretto.

Independente do ramo de atividade, as empresas devem procurar um fornecedor de serviços virtuais que mantenha atualização profissional constante e que traga uma vasta gama de habilidades e pontos fortes.

Para este fim o iBUSCAS desenvolveu a ferramenta batizada de iBUSCAS E-commerce Terceirizado. “A corporação paga o licenciamento de uso e um percentual de remuneração baseado no resultado das vendas on-line. Com o recente aperfeiçoamento, o serviço permite, inclusive, que os recebimentos via cartão de crédito/débito on-line, sejam realizados em tempo real, de forma segura e automatizada”.

Para Eduardo Favaretto, com a terceirização, à corporação cabe trabalhar na divulgação da nova modalidade de atuação junto aos seus clientes, colaboradores e segmentos relacionados. A médio e longo prazo, a fidelização destes nichos trará ainda melhores resultados às vendas virtuais e à receita da empresa.

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Categoria: Artigos, Cases

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